28 de jul. de 2010
Os jardins da memória - na fotografia
Evandro Teixeira, Carlos Drummond e Chico Buarque
É preciso que a lente mágica // enriqueça a visão humana / e do real de cada coisa / um mais seco real extraia / para que penetremos fundo / no puro enigma das figuras.
poema completo em:
http://carlos-drummond-de-andrade.blogspot.com/2009/01/diante-das-fotos-de-evandro-teixeira.html
27 de jul. de 2010
Imagens e sons
Então preste atenção na abertura dessa e se deixe levar com as suas imagens.
Antonio Meneses plays the prelude from cello suite number 1 - Bach -
26 de jul. de 2010
Freud explica...
...
13 de abr. de 2010
MESTRE - UFRJ
Desenvolvi uma pesquisa sobre as características das imagens que funcionam como contraposição ao excesso de imagens-clichês, que nos circulam cotidianamente, sem porém, nos fazer parar, pensar, ou sonhar.
Defendo que não importa se sua origem vem da fotografia ou do cinema, desde que essa imagem venha envolta de um processo criativo. Estas imagens em questão têm por caracteristica fundamental estarem numa temporalidade múltipla, distendida entre presente, passado e futuro, o que faz surgir um intervalo ou uma dobra dentro de si própria propícia a uma 'parada' que permite a reflexão. São imagens que nos estimulam ea pensar que já não faz mais sentido falar de suportes especificos e isolados, porque tudo se misturou. A imagem é também letra e som. Ela invadiu os ambientes e nosso próprio corpo, porque, de certa forma nós somos a imagem! E como tal, devemos pensar em como administrar esta imagem frente ao mundo, a familia, a escola, a empresa etc.
Para tanto fundamentei a base teórica em pensadores como Bergson, Deleuze, Bellour, Dubois e Aumont. E como objetos de estudo utilizei obras do fotógrafo William Klein e de um filme em especial de Jean-Luc Godard chamado Save qui peut -la vie! Nao vou contudo, tentar explicar algo que levei 120 pags pra desenvolver rs.. Portanto, divido essa conquista com todos aqueles que estiveram verdadeiramente do meu lado nesse processo, e claro, a disposição aos interessados em debater um pouco as implicações dessa coisa toda. Esse material estará em breve disponível no site institucional da universidade ( http://www.pos.eco.ufrj.br/ ) e tb no meu site: www.mickele.net para os que tiverem o interesse em pesquisar em cima do que já foi pesquisado.
26 de jan. de 2010
PRESSÃO TOTAL
25 de out. de 2009
O Romantismo Digital de Loretta Lux

Quando criança Loretta era fascinada pelos mestres de pintura européia antiga e desde criança tinha reproduções mestres como Velázquez e Goya. Fez vários cursos de pintura, artes e fotografia em Dresden, Alemanha onde nasceu. Se mudou para Munique para fazer Faculdade de Belas Artes onde se graduou. Loretta entende sua fotografia sendo realizada com um tempo de maturação e respeito as grandes obras. Já aconteceu de somente realizar sob encomenda apenas cinco fotografias ao ano. Usa uma estrutura formal de composições e cores próximas as dos grandes mestres da pintura, e daí esta sensação de estranhamento que suas imagens produzem. Por fim usa com apuro muito raro o pincel dos pintores contemporâneos, os softwares de tratamento de imagem digitais na tela de seu computador.
21 de out. de 2009
Arthur Omar e a fotografia contemporânea
17 de out. de 2009
Fotografia p iniciantes...

Mickele Petruccelli Pucarellli -
http://www.mickele.net
1 de dez. de 2008
Jardins da memória
O mundo inteiro começa aqui.
O mundo inteiro começa num jardim qualquer. Ou melhor, no jardim da memória. Mas qual memória? Coletiva? Individual? Seria possível ser coletivo sem antes ser individual ou seria o contrário já que só existo por um encontro coletivo de duas pessoas? Tantas pessoas no mundo e tantas por conhecer. E muitas mais que me aparecem na sua ausência. A presença delas nas janelas quebradas, na janela do vidro marcado pela chuva. Elas todas estão ali sem estar. Não poderia ser diferente...como estar sem elas? E cada vez mais sinto que sou nos outros. No que fizeram, no que vão olhar/sentir do que vou imprimir. Os pedaços soltos, mas pedaços que fazem todos os sentidos quando correm juntos todos a minha frente. Não como filmes, pois que na minha mente toda historia é uma e apenas uma fotografia, porque é a imagem única que me cala fundo à emoção.
Seria isso por limites da minha capacidade rememorativa ou simplesmente porque assim é? Não sei ao certo, e quanto mais leio Henri Bergson me encanto com a idéia de que somente percebo o presente quando ele já é um passado a brincar com o futuro. A colcha de retalho de um mundo inteiro passa por brinquedos, estradas, casas deixadas e abandonadas e lindas assim mesmo, pelo vento e pelas bandeiras da minha eterna infância. Pelos sorrisos diretos e sinceros, e pela presença frágil dos animais






