7 de out de 2006

Um pouco de tudo e de todos...


Banda de Ipanema - Uma Banda de Muitas Cores

“O ano era 1965. Estávamos em pleno processo ditatorial militar e com a ajuda de Albino Pinheiro e mais alguns ”loucos” da turma do Pasquim, as Drags colocam suas roupas coloridas, sua criatividade debochada e seus exuberantes peitos nas ruas de Ipanema, e a Banda de Ipanema faz seu debut. Desde então, graças as Drags, que atendiam por: Carmens Mirandas, Brancas de Neve, Mulheres Maravilha e Lolas Batalhão entre outras, a Banda com suas Drags , vem ironicamente criticando situações e antecipando tendências em costumes e comportamentos.

Com seus saltos plataformas e peitos siliconizados em busca de um corpo ideal elas anteciparam em muito toda a onda do que vem sendo feito por tantas mulheres atualmente. As Drags, colocaram seus peitos de fora há muito mais tempo e deram as caras ao mundo, avisando de modo inequívoco sua opção por moldarem em seus corpos, seus desejos e anseios. Talvez, como reflexo do tempo, não deve ter sido à toa que nos últimos anos o público que acompanha a Banda aumentou a ponto de termos em volta de 25.000 pessoas acompanhando o desfile. Como também não deve ter sido mera coincidência que a área de concentração da Banda , na Praça General Osório, junto a rua Teixeira de Mello virou um espaço dominado por restaurantes, bares e galerias que se propagam como espaços gls, onde há espaço para todas as tribos.” (Parte do texto de apresentação da Instalação Conceitual de Web_Arte - Mickele Petruccelli)

De 1998 à 2001 documentei alguns desfiles da Banda de Ipanema que depois foram editados para uma apresentação eletronica sequencial em instalação Web_Arte para qual fui convidado a participar na exposição Transfigurações – O Rio no Olhar Contemporâneo – curadoria de Ângela Magalhães e Nadja Peregrino – Centro Cultural Light – Rio e Janeiro - 2001

6 de out de 2006

Arquivos Digitais de Imagem_TIFF


O formato de arquivo TIFF (Tagged Image File Format) é um arquivo que mantêm intactas todas as qualidades das informações originais da imagem, sendo considerado assim, um formato de arquivo de imagem sem perda de qualidade. Alguns centros de referência de preservação de imagens, como a Biblioteca Nacional, utilizam este formato como padrão digital de arquivamento.

A contrapartida é que o tamanho dos arquivos é bem maior em relação ao formato JPEG. Se por um acaso sua câmara digital tem opção TIFF e vc já a experimentou para salvar suas fotos, reparou que o tempo de gravação de cada foto para o cartão de armazenamento depois do clic parece uma eternidade em comparação ao formato JPEG. (Isso é normal!)

Um procedimento alternativo, muito usado para equilibrar necessidades de velocidade e de qualidade final, é usar o padrão JPEG, e, ao abrir a foto pela primeira vez no seu computador, imediatemente copiar as melhores imagens e salva-las no formato TIFF. Somente depois começa o tratamento geral da imagem. Deste modo armazenamos arquivos de forma segura.

Mas lembre-se que vc ainda sim vai precisar de cópias destes arquivos em JPEG caso queira remeter pela internet para os amigos, ou para algum cliente para efeito de visualização. Existe um outro formato chamado RAW, o preferido dos fotógrafos profissionais de studio, que falaremos num futuro post. Se vc estiver sentindo falta de algum assunto em especial ou duvidas a respeito do que escrevi, remeta um mail para contato@mickele.net abs&bjs! m